She falls asleep..
Chega um momento em que paramos pra pensar no que causamos na vida de alguém, se deixamos REALMENTE alguma marca, ou algo bonito o qual possa ser lembrado com um radiante sorriso no rosto. Paramos pra pensar se tudo foi o bastante, se tudo foi intenso, se tudo valeu a pena para a outra pessoa. Ou se foi mais uma experiência das quais quando chegar uma nova já será esquecida.
Pensamos em tudo. No que passou, no que passa...
E aí vem aquela pergunta: Eu deveria sair da vida dessa pessoa?
Eu deveria de uma vez por todas fingir indiferença, fingir que já esqueci, fingir que já passou..
Ou eu deveria levar tudo como está?
O que eu deveria fazer? O que eu faço com essa vontade de abraçar essa pessoa toda vez que eu quiser, de poder chegar do lado dela e perguntar qualquer coisa. Saber da vida, saber dos sentimentos, mesmo que o coração dessa pessoa já tenha forças pra bater por outro alguém... Mas saber, o que a pessoa tem procurado. Sé um novo amor, se é um novo caso.
Mas sinceramente, chega um momento que dá pra perceber que a vida da pessoa que você mais quer saber já não mais faz parte da tua, já não parece querer misturar-se com a tua.
As vezes eu tenho medo de dizer que o que eu mais quero é correr pra tua casa, bater na tua porta pra te ouvir falar, até um dia tu me dizer pra nunca mais voltar.
As vezes eu quero apenas poder ter a chance de te olhar e ter toda a tua atenção voltada apenas a mim, e fazer voltar aquela felicidade de se sentir importante. De se sentir viva.
Eu sei que eu posso ser feliz sozinha, mas.. mas você...
Você me tornava mais eu. Você deixava que eu demonstrasse toda a minha felicidade.
Não vou dizer que eu estou triste e que nada mais me alegra. Aprendi que isso não é verdade.
Mas é que.. você. Tornava tudo mais fácil.
Mas é que.. Ainda é você..






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