Under control.

A velha nostalgia que vêm quando sozinha por aí ando, os novos pensamentos, as estranhas conclusões, uma vida feita no agora. Olho pros lados, e me dói ver tantas pessoas que amam e acabam por ser escravas de um amor que não é correspondido. Olho pro meu lado, e vejo que agora, mais do que nunca, eu tenho quem eu quero comigo.

Não adianta ter ao lado se não sente que se está por amor, não adianta ter alguem que te dê tudo o que você precisar e na hora que você precisar, se essa pessoa não estará ao teu lado quando você chorar ao ver que ela parte sem satisfações.

Prezar pelo amor. Prezar pela razão.

Se eu pudesse por um minuto fazer um pedido para o que estiver por vir. Peço que tu nunca saia do meu lado, peço que tu me entenda sempre.
Porque o que eu quero pra mim, é saber que quando eu precisar de um abraço acolhedor, capaz de me fazer esquecer qualquer problema, de quaisquer lado que vier, eu terei os teus braços abertos e a tua mente ciente de que aquele momento é essencial.
Eu quero ter uma sintonia pacífica contigo. Que tu sinta em qual momento eu quero rir, em qual momento eu quero chorar, em qual momento eu quero te provocar. Que eu consiga sentir também, e que haja a compreensão.
Eu desejo que tu entenda sempre as coisas que eu não digo.
Que tu entenda que eu te permito ir aonde tu for, porque não há nada mais sincero do que a minha certeza de que você irá voltar. E quero que tu pense o mesmo de mim.
Sempre há o momento no silêncio da noite, embaixo de minhas cobertas, que eu me arrepio ao imaginar você ao meu lado. E é nesse momento, que eu consigo te imaginar, que eu posso te sentir, que eu encontro uma paz que eu defino como nossa. A nossa paz. A paz de saber que temos um ao outro.

Sobre almas.
Gostaria eu saber se eu já tive algum contato antigo com a tua, pois as vezes me identifico tanto. A foto tua de quando tu era pequeno que tu me deste, toda vez que eu olho eu sinto uma sensação nostálgica. Parece que eu te conheço desde... Sempre. Alma e corpo. Eu e você.

O conforto do teu peito, a sutileza da tua mão, o desejo que teus lábios me causam...
Isso tudo já me trouxe uma experiência além desta vida, já faz parte da evolução de minha alma.

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Para quê.

O quão bom somos para as pessoas? O quão especial poderemos ser? O quão suficiente somos especiais pra fazer alguém sorrir? Do que precisamos para nos amar? Do que precisamos para alguém nos amar?

(...)
Talvez em nossa mente tudo o que fazemos nunca será o bastante pra fazer alguém ter orgulho. Talvez mesmo recebendo sempre palavras que nos façam acreditar que somos especiais, acabamos por ser cegos e fingimos ter que ouvir sempre as mesmas palavras.
E eu acho estranho que quando dizemos que nos preocupamos com alguém, essa pessoa por fim diz que sabe. Mas em outrora finge não saber.
Acontece que a mente humana não sabe mais ouvir.
A mente humana está cada vez mais virada ao falar, falar, falar... Tanto fala, tanto age que tanto se arrepende de não ter ouço ninguém.
E o que acontece com aqueles que mais gostam de ouvir? Talvez eles nem sempre ouçam, mas eles sabem ter um momento feito só ao conselho.
E o que acontece com aqueles que não sabem mais se gostam ou não de falar? ...

As pessoas nos tornam especiais. Talvez as vezes sem motivo.
Pessoas que sabem ouvir e absorver até palavras não ditas podem facilmente e suicidamente se tornarem especiais pra mim.

Mas e o que adianta nós, encucarmos tanto com o ouvir, sendo que a paz se encontra nas mínimas coisas?

A paz está dentro de nós.

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