Para quê.

O quão bom somos para as pessoas? O quão especial poderemos ser? O quão suficiente somos especiais pra fazer alguém sorrir? Do que precisamos para nos amar? Do que precisamos para alguém nos amar?

(...)
Talvez em nossa mente tudo o que fazemos nunca será o bastante pra fazer alguém ter orgulho. Talvez mesmo recebendo sempre palavras que nos façam acreditar que somos especiais, acabamos por ser cegos e fingimos ter que ouvir sempre as mesmas palavras.
E eu acho estranho que quando dizemos que nos preocupamos com alguém, essa pessoa por fim diz que sabe. Mas em outrora finge não saber.
Acontece que a mente humana não sabe mais ouvir.
A mente humana está cada vez mais virada ao falar, falar, falar... Tanto fala, tanto age que tanto se arrepende de não ter ouço ninguém.
E o que acontece com aqueles que mais gostam de ouvir? Talvez eles nem sempre ouçam, mas eles sabem ter um momento feito só ao conselho.
E o que acontece com aqueles que não sabem mais se gostam ou não de falar? ...

As pessoas nos tornam especiais. Talvez as vezes sem motivo.
Pessoas que sabem ouvir e absorver até palavras não ditas podem facilmente e suicidamente se tornarem especiais pra mim.

Mas e o que adianta nós, encucarmos tanto com o ouvir, sendo que a paz se encontra nas mínimas coisas?

A paz está dentro de nós.

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